Armies of Liberation

Jane Novak's blog about Yemen

The Heroine of Yemen

Filed under: mentions — by Jane Novak at 1:03 pm on Friday, June 6, 2008

Cool! Google Translation works from Portugese to Arabic, nice. This is an article published in Unica, the magazine of Expresso the largest newspaper in Portugal, published May 31. The English translation is a few posts down:

الحياة المزدوجه للجين نوفاك يلعب في المطلق الشديد. عند الخروج من الشوارع في حي في ولاية نيو جيرسي في الولايات المتحدة على الذهاب الى التسوق ، أن أحدا لن يعترف. إذا أي شيء ، للجيران ، السيدة نوفاك. نعلم ان البعض ربما لكونها صاحبة المنزل 46 عاما من وقررت اسقاط مهنة بوصفه المدير التجاري لرعايه طفلين ، كما أكد عدد منهم قد يبدو هادئا روتينيه.

ولكن بعد آلاف الاميال في أرض كان فيها من اي وقت مضى ، جميع قراء الصحف في معرفة من هو جين. في اليمن ، جين اصبحت كابوسا للنظام ، وسيكون هذا جدا في الحياة الوطنية التي يتوجب على الناس ان لا تتناول الا بالاسم. المواد هي لعقد الرئيس علي عبد الله صالح والى اقارب من كانوا معه في ادارة شؤون البلاد في ظل ديكتاتوريه مموهه هناك 27 سنة : الأخ علي أ ص الاحمر ، قائد القوة الجوية ، الاخ غير الشقيق علي محسن Al — الاحمر ، قائد المنطقة الشمالية ؛ ابنه احمد ، قائد القوات الخاصة والحرس الجمهوري ، ابن شقيق طارق ، قائد الامن المركزى ، شقيق طارق ، قائد الأمن الوطني. قائمة اقاربهم في الوظائف الرئيسية الفاي طويلة ، وابعد من المجال العسكري.

هو جين لا يخشى أن يكتب بشكل لا لبس فيه ضد العشائر في صالح بلده بلوق (www.armiesofliberation.com). أما الآن ، لأنها لن تكون أبدا وقعوا في الراحة من وطنهم في ولاية نيو جيرسي. فان الصحف المستقلة والمعارضة في اليمن يعرفون ذلك ، republicando المواد ومن دون قيود. أ امرأة شقراء والاميركية قادرة على أن اقول بضع حقائق يمكن ان يكون صعبا للاستماع الى غير مريحه لتلك التجربه من هم في السلطة في بلد عربي ، والمحافظة مغلقة ، في مواجهة حرب في الشمال ، انتفاضة مدنيه في الجنوب ، وانتشار الفقر ، مع نصف عدد الأطفال الذين يعانون سوء التغذيه.

س. Sakamaki / مسترجع

رئيس اليمن هو : الأخ رؤساء والقوات الجوية وقيادة الأمن الوطنى وابناء الاخ الطفل القوات الخاصة

كيف نوفاك ولاية نيو جيرسي قد جعل اليمن جين؟ في البداية ، ويبدو ان الامور قليلا من السذاجه ، قررت الحاره. 11 ايلول / سبتمبر ، 2001 ، الهجوم الارهابى على البرجين التوامين في نيويورك matava 3،500 نسمة في قلب المدينة ووضع الاميركيين في صدمة. ‘وكان الحدث المأساوي جدا بالنسبة لي’ ، الى السيدة نوفاك الى ‘اعرب عن’ ، من منزله. ‘وكان أسوأ من وفاة أمي. حرفيا. كنت اعتقد انها ستكون فكرة جيدة أن أبدأ في الكتابة في الصحف الانكليزيه في الشرق الاوسط “، ثم بدا له بلوق ، في حين ان الاتصالات الأولية مع بعض المنشورات. “هناك من اعتقد ان اسم جيوش التحرير’ يعتبر تحية للجنود الامريكيين ، ولكن لا شيء كان مخططا. اتبع قلبك “.

فقدت التكتم في شبه الجزيرة العربية ، أقل بقليل من المملكه العربية السعودية ، اليمن ، ويبدو أن له على الطريق بالصدفه. وفي عام 2004 ، اكتشفت المدون حالة عبد الكريم khaiwani ، وهو صحفى القي القبض عليهم في صنعاء ، العاصمة. “كان هناك ضرب من الصحفيين للكتابة في بلدة ازاء ما يحدث. بالنسبة لي ، وحرية التعبير هو حق دائما. ومن بسيطة المبدأ الذي شعرت انه يمكن وضع جميع بلدي الجهد. ”

الاسهم المكتسبه التصاعدي للجين. وقال انه كتب مقالات عن خمسة Al - khaiwani ووضع حد للنصوص التى نشرت فى الصحافة المستقلة في اليمن. بالامتنان لذلك ، الصحفي بعث اليه رسالة من السجن في كانون الثاني / يناير 2005. “انه امر جميل جدا الرسالة وقررت في ذلك الوقت ، وتنظيم عريضة على بلدي بلوق ان نسأل لاطلاق سراحه.”

واتهم من محاولة الاطاحة بالحكومه مع نشر مقال ، الصحفي Al - khaiwani يمكن ان حكم عليه بالاعدام

صاحب منزل في ولاية نيو جيرسي saltava الثمانيه في الثمانينات. كان لي من شيء في المناهج الدراسيه لهذا علاقة السياسة أو حمايه حقوق الانسان و، فجاه ، وكان لتخليص نفسها من حرية عربية في بلد ناء.

Al - khaiwani تركت السلسله ، ولكنه اختطف بعد ذلك بوقت قصير. Partiram مع الاصابع وقلنا له ان قطع أعيد الكتابة. وبعد ثلاث سنوات ، والخطر الذي اتخذ ابعادا اخرى : هو في خطر التعرض للحكم عليه بالإعدام ، بتهمة محاولة الاطاحة بالحكومه مع نشر مقال لها. وجين آخر الالتماس ان يعمم.

اليمن وسرعان ما اصبحت من مناقشة موضوع واحد من جيوش التحرير “. “فيما كنت اشاهد الظلم المتزايد في البلاد ، الاول هو الحصول على zangada وهذا جعلني لا تزال تبذل جهدا اكبر في العمل’ ما يبرره. “أنا أبدأ ذهب الى اليمن ، ولكنني اقرأ كل ما ينشر يوميا في السنوات الاربع الاخيرة. وأنا أتكلم مع العديد من الاشخاص من هناك. ”

اطفال السيدة نوفاك ، فتاة دون 12 سنة وصبي من ثمانيه ، فإن تقاسم معها البهجه والحزن من عمله ناشط من تلقاء انفسهم. ‘في بعض الاحيان وأنا أقرأ لهم احصل على الرسائل. اعلم ان اولادي Al - khaiwani هو صديقي وأنه سيدافع عن الاول انه حتى النهاية. “تدريجيا ، هالة فتح في منطقة الشرق الأوسط وصلت في ولاية نيو جيرسي. ‘طلب لابنتي الى المدرسة على نص واحد ما ان admirasse خمس صفحات وكتبت عني.” اساسا ، ليقول نفس ما يمنيين — ان جين هو ايضا انها بطلة

In Portugese:

A vida dupla de Jane Novak toca em extremos absolutos. Sempre que sai à rua no seu bairro em Nova Jérsia, nos Estados Unidos, para ir às compras, ninguém a reconhece. Quando muito é, para os vizinhos, a senhora Novak. Alguns saberão eventualmente que ela é uma dona de casa de 46 anos que decidiu largar uma carreira como gestora comercial para cuidar dos dois filhos, com quem tem uma rotina aparentemente tranquila.

Mas, a milhares de quilómetros de distância, numa terra onde nunca foi, todos os leitores de jornais sabem quem é Jane. No Iémene, Jane tornou-se um pesadelo para o regime, passando a estar tão presente na vida nacional que as pessoas já a tratam apenas pelo nome próprio. Os seus artigos são demolidores para o Presidente Ali Abdullah Saleh e para os familiares que, com ele, gerem o país numa ditadura camuflada há 27 anos: o irmão Ali Saleh Al-Ahmar, comandante da força aérea; o meio-irmão Ali Mohsin Al-Ahmar, comandante da região norte; o filho Ahmad, comandante das forças especiais e da guarda republicana; o sobrinho Tariq, comandante da segurança central; o irmão de Tariq, comandante da segurança nacional. A lista de parentes em lugares-chave é longa e vai muito além da esfera militar.

Jane não tem medo de escrever sem rodeios contra o clã Saleh no seu blogue (www.armiesofliberation.com). Para já, porque nunca será apanhada no conforto da sua casa de Nova Jérsia. Os jornais independentes e da oposição no Iémene sabem disso, republicando os artigos dela sem restrições. Uma mulher loira e americana capaz de dizer umas verdades difíceis de ouvir pode ser uma experiência desconfortável para quem está no poder num país árabe, fechado e conservador, a braços com uma guerra no Norte, uma sublevação civil no Sul e uma pobreza generalizada, com metade das crianças subnutridas.

Q. SAKAMAKI/ REDUX

O Iémene é do Presidente: o irmão chefia a força aérea, os sobrinhos comandam a segurança nacional e o filho as forças especiais

Como é que a senhora Novak de Nova Jérsia se veio a tornar a Jane do Iémene? A princípio, a coisa parecia um pouco ingénua, decidida a quente. A 11 de Setembro de 2001, o ataque terrorista às Torres Gémeas de Nova Iorque matava 3500 pessoas no coração da cidade e punha os americanos em estado de choque. «Foi um acontecimento muito dramático para mim», conta a senhora Novak ao «Expresso», a partir de sua casa. «Foi ainda pior do que a morte da minha mãe. Literalmente. Pensei que seria uma boa ideia começar a escrever nos jornais em inglês do Médio Oriente.» E então lançou o seu blogue, ao mesmo tempo que fazia os primeiros contactos com algumas publicações. «Há pessoas que pensam que o nome ‘Armies of Liberation’ é um tributo aos soldados americanos, mas nada foi planeado. Apenas segui o coração.»

Perdido discretamente na Península da Arábia, logo abaixo da Arábia Saudita, o Iémene apareceu-lhe no caminho por acaso. Em 2004, a bloguista descobriu o caso de Abdul Karim al-Khaiwani, um jornalista preso em Sana, a capital. «Havia jornalistas que eram agredidos por escreverem no seu próprio país sobre o que se passava. Para mim, a liberdade de expressão tem sempre razão. É um princípio simples sobre o qual senti que podia pôr todo o meu esforço.»

O ascendente de Jane ganhou balanço. Escreveu cinco artigos sobre al-Khaiwani e um dos textos acabaria publicado na imprensa independente do Iémene. Agradecido, o jornalista enviou-lhe uma carta da prisão em Janeiro de 2005. «Era uma carta muito bonita e decidi, nesse momento, organizar uma petição no meu blogue a pedir a sua libertação.»

Acusado de tentar derrubar o governo com a publicação de um artigo, o jornalista Al-Khaiwani poderá ser condenado à morte

A dona de casa de Nova Jérsia saltava do oito para o oitenta. Não tinha nada no currículo que tivesse a ver com política ou a defesa dos direitos humanos e, de repente, estava a resgatar sozinha a liberdade de um árabe num país longínquo.

Al-Khaiwani saiu da cadeia, mas foi raptado logo a seguir. Partiram-lhe os dedos e disseram-lhe que os cortavam se voltasse a escrever. Três anos mais tarde, a ameaça assumiu outras proporções: está em risco de ser condenado à morte, acusado de tentar derrubar o governo com a publicação de um artigo seu. E Jane tem outra petição a circular.

O Iémene tornou-se rapidamente o único assunto de discussão do «Armies of Liberation». «Como fui assistindo a cada vez mais injustiças no país, fui ficando mais zangada e isso fez-me trabalhar mais ainda», justifica. «Eu nunca fui ao Iémene, mas leio tudo o que é publicado diariamente nos últimos quatro anos. E falo com muita gente de lá.»

Os filhos da senhora Novak, uma miúda com 12 anos e um miúdo de oito, partilham com ela as tristezas e alegrias do seu trabalho espontâneo como activista. «Às vezes leio-lhes as cartas que recebo. Os meus filhos sabem que al-Khaiwani é meu amigo e que vou lutar por ele até ao fim.» Aos poucos, a aura conquistada no Médio Oriente chegou a Nova Jérsia. «Pediram à minha filha para fazer um texto na escola sobre alguém que admirasse e ela escreveu cinco páginas sobre mim.» No fundo, para dizer o mesmo que os iemenitas - que Jane também é a heroína dela

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